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quarta-feira, fevereiro 09, 2011

A história do Pito Pelanudo em saia


"A criada meteu o pito pelanudo na capoeira. Mas o pito pelanudo chamou a raposa e disse-lhe: - Ó raposa mata estas galinhas todas"

Excerto da história "O Pito Pelanudo" publicada em: "Antologia de Contos Populares - Évora, Idanha-a-Nova, e Mértola, 3 Culturas, Coordenação geral e Introdução Rui Arimateia.

Esta saia já foi vendida, para encomendas ou informações por favor contactem para o mail.

quinta-feira, novembro 04, 2010

O conto do Soldado Estragado em saia


"Ele foi, pôs-se lá, e ela andou a gritar, a gritar à sentinela e ele nã lhe respondeu e ela correu p'ra ele e agarrou-se a ele e disse-lhe: - Ai! Soldado Estragado! Sempre me ganháste... Porque aquele que descobrisse é que casava com ela... Sempre foi ele que a descobriu e sempre foi ele que casou com ela... Ela já nã pôde abalar porque ficou desencantada. No outro dia o Soldado Estragado casou com a Princesa desencantada e assim acabou este conto." - Excerto do conto popular "O Soldado Estragado" transcrito do livro "Antologia de Contos Populares - Évora, Idanha-a-Nova e Mértola", Projecto 3 Culturas - Évora 2006. Coordenação geral e Introdução - Rui Arimateia.

A princesa encantada em saia foi transformada.
O soldado estragado, agarrou-a e pôs-se a seu lado.
Eis como de pano se faz história, que aqui se conta, para que dela haja memória.

quarta-feira, setembro 29, 2010

Palavras Andarilhas 2010


Nos dias 16, 17 e 18 de Setembro, decorreu em Beja a XI edição das Palavras Andarilhas, encontro que reúne contadores de histórias, ilustradores, escritores e académicos que se dedicam ao estudo da palavra e das múltiplas formas através das quais se pode veicular.
Estive lá e foi uma experiência que não vou esquecer, recheada de momentos e de pessoas que vão habitar o meu espírito por muito tempo.

Não tenho por hábito registar momentos da minha vida em fotografia, talvez porque isso me distraia do que realmente me importa nessas horas - absorver tudo com a maior intensidade possível, viver o momento e não estar preocupada em perpetuá-lo em imagem para mais tarde o reviver. Por vezes tenho pena de não ter mais fografias, registos que me ajudariam a recordar, mas restam-me as imagens que permanecem na memória e as marcas que outras tantas deixaram. Por este motivo, deixo-vos apenas com algumas imagens de momentos que foram muito especiais e espero aguçar a vossa curiosidade para a próxima edição, em 2012.
Acima - Nicolás B. Vidal.

Chullage.

Carlos Marques e a sua Mala de contos.

Luis Carmelo, "vendedor" de histórias na Barraquinha de contos.

terça-feira, janeiro 19, 2010

O João e o Rei

"O rapaz foi matar o cavalo e puseram o sangue a ferver no caldeirão(...) O Rei foi-se lá meter, mas morreu, morreu lá queimado. E a princesa disse:
- Anda cá João que tu é que és meu! E ficou com o João."

Desde que trabalhei o conto tradicional russo "A rã princesa", tenho vindo a ler e a interessar-me com mais intensidade pela tradição popular e pelas rimas e histórias que são perpetuadas através da oralidade.

O João e o Rei, aqui ilustrado, é um conto que faz parte de uma recolha compilada por Rui Arimateia, no livro "Antologia de Contos Populares - Évora, Idanha-a-Nova e Mértola", comprei-o na última Feira Laica, na Fábrica Braço de Prata, e desde então tenho recorrido a ele como suporte para as ilustrações.

Nas palavras de Rui Arimateia: "Os contos tradicionais, com a sua sabedoria milenar, poderão ajudar-nos a abrir as portas para o assumir de comportamentos sociais e culturais qualitativamente diferentes." É esta diferença que gosto de assinalar, a que se distingue pela qualidade e autenticidade, a criação de uma linguagem própria que só é possível se formos verdadeiros.

Celebro desta forma a nossa tradição, sem a petrificar no tempo e visto-a com um novo olhar.

quinta-feira, janeiro 14, 2010

Quem conta um conto...


Está em fase de acabamentos esta mala com ilustrações criadas a partir de um conto tradicional português. Esta é a imagem da parte da frente.
Mais para breve...