domingo, Novembro 27, 2005

Pregadeira - Oferta de Natal / Christmas offer

Incógnita

Fico contente sempre que me enviam e-mails ou escrevem comentários sobre a criatividade e imaginação que revelo nas histórias que crio para as pregadeiras. A imaginação e a criatividade têm de ser cultivadas e incentivadas, por isso, e porque o Natal se aproxima, decidi oferecer esta pregadeira a um dos visitantes deste blog.

Para isso têm que deixar um comentário a este post (devidamente identificado), com o NOME da personagem e a respectiva HISTÓRIA - até 5ª-feira, dia 8 de Dezembro.
De 8 a 14 de Dezembro, terá lugar uma votação pública para escolha do melhor conjunto NOME/HISTÓRIA.
Antes do Natal, a pregadeira chega ao seu novo lar!


I'm very pleased everytime that people send me e-mails or write comments about the creativity and imagination that I reveal in the histories that I create for the pins. The imagination and the creativity have to be cultivated and stimulated, therefore, and because Christmas is approaching, I decided to offer this pin, as a Christmas present to one of the visitors of this blog.

Visitors have to leave a comment to this post (identified), with the NAME of this personage and respective STORY (a kind of short story about it´s life, fisic and phsichologic profile) - until Wednesday, the 8th of December.
From the 8th to the 14th of December, a public voting will take place in order to choose the best NAME/STORY .
Before Christmas, the pin arrives at its new home!

13 comentários:

Pó-de-arroz disse...

Adorei a ideia!
Não tenho muito jeito para isto, mas lá vai:
Maria Ivone cresceu ouvindo a mãe cantarolar "Eu tenho dois amores... uma é loira outra é morena... não sei de qual gosto mais" e não fosse o princípe encantado passar-lhe ao lado por uma questão de gostos de coloração tem alternado entre o loiro e o preto. O que com o paasar dos anos resultou num amarelo palha com laivos de laranja.
Dona de uns profundos olhos azuis sempre ouviu dizer que "aqules olhos noutra cara..." vai daí quando arranjou um pé de meia decidui-se a fazer um plástica. O nariz ficou um pouco ao lado (nada que um moderno corte de cabelo nnão disfarce), mas o sinalzinho ficou um mimo.
O prinípe encantado ainda nºao apareceu e com a procimidade dos quarenta Maria Ivone dá por si a pensar se afinal ele não gostará é de carecas...

Priscila Rigoni disse...

Bom, aí vai minha história

Santana é uma moça cheia de complexos! Morre de vergonha da sua pinta, logo ao lado da boca e tenta disfarçá-la com o cabelo. Pobre moça! O corte não he caiu bem, e o que era para ser disfarce, chamou-lhe mais a atenção! Seus olhos azuis como o céu são de beleza rara, mas segundo ela própria, seu nariz não deixa com que a beleza dos olhos seja realçada! Apesar dos complexos, Santana é uma pessoa alegra, divertida e cheia de ironia! Acha graça na própria desgraça e diz que "Beleza interior é mito!"
Será???

Soinico disse...

Chama-se Amélia como a avó que era dona dos cabelos mais louros da aldeia alentejana onde cresceu. Dizem os velhotes lá da terra que os seus cabelos de confundiam com as espigas e que não havia cultivação que não parasse quando passava.
Olha-se ao espelho e revê a avó. Cresceu na aldeia mas vive na cidade, onde aprendeu a gostar de si própria, os seus olhos azuis valiam mais que o seu sinal genético e inestético e a sua personalidade mais que o resto.
Um dia, teve a sorte de conhecer a Dina Ladina, que ao reconhecer tão caricata figura sustentada por uma mulher da terra feita citadina de carácter e personalidades fortes a convidou a pousar para uma belíssima e original pregadeira.

Quando passa na rua e olham para ela acha sempre que a pregadeira está a fazer um sucesso, mas cora só de pensar que um dia lhe digam: "Amélia, se não fosse casado pregava-te na minha lapela...!"... Que, no fundo, é tudo o que ela quer, a convencida! ;)

Marta Mendes disse...

A laurinda nasceu numa noite de tempestada, por entre raios e coriscos, chuvadas e ventanias.
Herdou a vaidade da lua e faz questão de brilhar com os seus cabelos luminosos, que aquecem qualquer dia cinzento.
Os seus olhos são azuis azuis, de um azul mais azul que o céu. Uns olhos que fazem os homens ficarem tontos e despejarem um rol infindável de piropos. Tarefa inútil, já que laurinda faz colecção de elogios e brinca com os corações dos homens, como se fossem brinquedos de papel para recortar e usar ao peito.

Prof. Teresa disse...

Chamam-me Vitória! Desde que me conheço que não posso ouvir este nome. Vicky para os amigos, é o que é. Ainda assim, Vitória soa bem. E, com este farto cabelo louro, não me posso queixar de derrotas.
É certo que o meu último namorado, o Aniceto, me tem dito e redito para tirar este sinal que tenho por cima dos lábios. Essas coisas do "seres sexy e tal", isso é para os telediscos, ou clipes, como se diz agora. A verdade é que isso é um sinal e com essas coisas não se brinca. É melhor é tirá-lo, mudá-lo de sítio antes que ele te mude a ti.
E pronto! Cá vou indo na minha vidinha. Esta coisa de trabalhar num call center não me enche as medidas, mas como aqui a Vitória também tem uma voz cheia e quente, vou fazendo sucesso. Se bem que não seja a Marta...
Além disso, conhecem-me pelos olhos esbugalhados. Ultimamente tenho-me decidido por estas lentes azuis. São intensas. Intenso também fica o Aniceto quando nos vemos. Acho que é das lentes. Vão bem com estas pestanas. Ainda bem que saio à D. Glória, a minha querida mãe, que Deus tem. Minha querida.... sempre me dizia "Vitória, Vitoriazinha... tu cuida-te filha... Olha, pensa no teu futuro. Tens tanto jeitinho de mãos. Não quiseste estudar e lá tiraste aqule curso naquela coisa das TIC. Porque é que não fazes como a tua prima que anda a vender abat-jours em papier maché pela internet. Olha, fazias umas coisitas jeitosas. Umas pregadeiras como aquelas que a tia Amélia nos deixou... lembras-te filha? vai lá buscá-las...."
Ai minha querida mãe.... Por enquanto os dois turnos aqui no call center cá me vão chegando mas, um dia, quem sabe....
Ai minha senhora, distrai-me.... já respondeu á pergunta 17?

sara disse...

mais um contributo:

"Marlene de seu nome, o seu sonho era Hollywood, o cinema, o glamour!! Como ídolo Marilyn Monroe. O sinal, por cima do lábio, veio da inspiração da actriz, desenhado (com cuidado) todas as manhãs...e retocado à hora de almoço! O loiro dos cabelos, esse é natural....Só o azul dos olhos deixa antever um mar infinito que separa o Porto de Sesimbra a uma América de sonho...
Fica-se pelas esplanadas e cafés sempre com os olhos postos no horizonte longínquo e as deixas de um "eléctrico chamado desejo" "

Eva disse...

Esta é a Benedite Bardout; de nacionalidade portguesa, imigrante em França desde os seus 11 anos, regressou agora a Portugal...aos 45. Está bem conservada, é certo; o facto de ser cabeleireira também ajuda. Daí o seu penteado arrojado e "cosmopolita". Regressou a Portugal cheia de ideias e com um certo ar de superioridade, não se conformando com as mentes tacanhas que a rodeiam na sua terra Natal e insiste que a nova moda são os pelinhos no nariz... só assim não tem de os aparar!

tininha disse...

Seu nome é Clara Bela, e sua aparência faz juz ao ao nome, com a sua pele clara, olho azul e o seu cabelo louro como uma bela moldura, irradia luz, felicidade e alegria por onde quer que passe.
Mas Clara nem sempre foi assim, em criança os oculos fundo de garrafa, o aparelho nos dentes, colete para corrigir a sua postura, eram motivo de gozo para todos os meninos da sua escola, chamavam-lhe de robot de lata,ou de Clara Bela cegueta.
Mas a medida que foi crescendo foi largando todos esses utensilios, revelando-se tanto a nivel de beleza fisica, e intelectual,sendo desta vez chamada pelos amigos de Clara a Bela.

Cá está a minha história, não é nada de especial mas esper que gostem!

silvianozelos disse...
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silvianozelos disse...

Desde que ele lhe disse que os seus cabelos lhe lembravam os raios de sol e que ela lhe aquecia a alma e o corpo com a sua ternura, a menina dos olhos de vidro conheceu o amor.
É verdade que nunca tinha visto o sol, mas, sabia que lhe aquecia a pele rosada nos dias mais frios e mesmo sem o ver sorria quando o sentia.
A menina passava os dias ansiosa à espera da chegada do rapaz e só quando ele chegava o seu coração acalmava. Mas, os dias pareciam cada vez mais longos e insuportáveis de passar...
Até que se lembrou!! Vou fazer-lhe um alfinete para a lapela. E assim o fez! Apartir desse dia
o rapaz levava sempre pertinho do seu coração o alfinete da sua amada e a menina dos olhos de vidro andava sempre com rapaz que a iluminou!

Dina Piçarra disse...

Acaba aqui a possibilidade de concorrer!

Dina Piçarra disse...

Obrigada a todos pela participação.

José Rodrigues disse...

Só a Sílvia poderia escrever uma história assim : tão carregada de amor !!!!!
Voto nesta ....